Agência Curitiba



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ABR
06

No Vale do Pinhão, "Quadrilátero Acadêmico" promove a pesquisa

Mais de 100 mil alunos, 5,4 mil professores e cerca de 450 cursos de graduação, especialização, mestrado e doutorado. Apenas os números do chamado “Quadrilátero Acadêmico” de Curitiba – integrado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e Universidade Positivo (UP) – mostram a força do Vale do Pinhão nas áreas de pesquisa e formação profissional. Afinal, o setor acadêmico tem papel fundamental no ecossistema de inovação da capital, que há um ano ganhou sua marca própria e um maior apoio da Prefeitura.

“As instituições de ensino superior são responsáveis pela pesquisa e pela disseminação do conhecimento que são fundamentais para a formação de profissionais e o desenvolvimento de tecnologias inovadoras”, destaca a vice-reitora da UTFPR, Vanessa Ishikawa Rasoto.
Ela lembra que apenas o “Quadrilátero Acadêmico” responde por mais de 80% da produção de ciência e tecnologia da cidade. “E com o Vale do Pinhão, todo o ciclo se completa, pois a rede está possibilitando uma maior conexão das universidades com novos empreendedores, indústria, investidores e entidades que apoiam o desenvolvimento com inovação”, avalia ela.
O presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Frederico Lacerda, reforça a importância das universidades dentro do Vale do Pinhão. “80% de toda a pesquisa no país ocorre no contexto acadêmico e mais de 70% dos doutores, por exemplo, estão concentrados nas universidades”, justifica ele.
De acordo com Frederico, as universidades são a ponte entre a tecnologia e o mercado. “Empresas e empreendedores são atraídos por ambientes de inovação com grandes instituições universitárias, como as existentes em Curitiba”, acrescenta o presidente do órgão ligado à Prefeitura e responsável por fomentar o Vale do Pinhão.

Agências

O professor doutor Cleverson Renan da Cunha, coordenador de Empreendedorismo e Incubação da Agência de Inovação da UFPR, confirma que o caminho para o crescimento na inovação é a articulação do ecossistema e a transmissão de conhecimento e pesquisa gerados pelo setor acadêmico. “O papel das universidades, dentro do Vale do Pinhão, é dar esse apoio, participando de eventos e dando suporte a alunos e professores para pesquisa de novas tecnologias. Dessa forma, acabamos transformando toda a comunidade”, reflete ele.
Cleverson esclarece, no entanto, que não são raros os casos de pesquisas que não viram produtos inovadores, devido à falta de aplicabilidade e, consequentemente, de interesse do mercado. Por isso, destaca ele, as universidades delegaram a suas agências de inovação a missão de estimular alunos com perfil empreendedor a desenvolverem empresas com base tecnológica em áreas como saúde, biotecnologia, engenharia, administração e economia criativa.
O TCC Inovação, por exemplo, é um programa da Agência de Inovação da UFPR que está selecionando, desde o mês passado, alunos em fase de elaboração de TCCs (Trabalho de Conclusão de Curso) ou TC (Trabalhos de Curso) e que têm interesse em aplicar as possíveis soluções na criação de novos negócios ou projetos e transformá-los em modelo produtivo. “Serão oferecidas capacitações sobre geração de ideias, mapeamento das expectativas dos clientes; modelagem de negócios e projetos; validação das propostas e apresentação dos projetos (pitchs)”, explica Cleverson.
Os trabalhos mais consistentes poderão ser encaminhados para a pré-incubação ou incubação na Agência de Inovação UFPR. As inscrições para participar do TCC inovação podem ser feitas no site.

Mentorias

Leonardo Tostes, coordenador da HotMilk, a aceleradora da Agência PUC Inovação, reconhece que um desafio permanente das universidades é compartilhar suas competências, colocando-as à disposição do setor produtivo local. Por isso, conta ele, a PUCPR vai lançar em maio um novo edital de pré-aceleração de startups. Serão 15 empresas selecionadas para um processo de pré-aceleração de até 180 dias no qual passarão por mais de 260 horas de capacitação em empreendedorismo e 320 horas de mentorias com empresários e investidores de diversas partes do mundo. “Estas startups terão acesso a potenciais investimentos de diversos fundos parceiros da HotMilk”, antecipa ele.
Leonardo lembra ainda que a PUCPR, através da agência de inovação, mantém dentro do campus de Curitiba um Tecnoparque. “Atualmente, são três empresas (Nokia, Siemens e Sofhar) que contam com uma moderna infraestrutura, além de uma mão de obra qualificada que sai ou ainda está na universidade”, conclui o coordenador da aceleradora da PUCPR.

Sobre o Vale do Pinhão

Idealizado pelo prefeito Rafael Greca, o Vale do Pinhão é a denominação dada ao Ecossistema de Inovação de Curitiba. O ecossistema de inovação é composto por todos e quaisquer atores cujo objetivo é o desenvolvimento de inovação, como por exemplo, universidades, aceleradoras, incubadoras, fundos de investimento, centros de pesquisa e desenvolvimento, startups, movimentos culturais e criativos e a sociedade. Além da Prefeitura de Curitiba, através da Agência Curitiba, outras instituições fomentam o ecossistema, como a Associação Comercial do Paraná (ACP), o Sebrae-PR, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), o sistema Fecomércio-PR, a PUCPR, a UTFPR, a UP e a UFPR.
Confira toda a programação de eventos e como se inscrever nos programas para startups no site www.valedopinhao.agenciacuritiba.com.br.

Fonte: www.curitiba.pr.gov.br



MAR
23

Adam Robô e HydroBytes nasceram com o incentivo do Vale do Pinhão

O Vale do Pinhão, que comemora um ano nesta sexta-feira (23/3), surgiu da percepção de que Curitiba já tinha pessoas, empresas e organizações envolvidas no estímulo à inovação e ao empreendedorismo, mas que não conversam entre si. “Ao propor este ambiente de inovação, a Prefeitura está conseguindo mobilizar todos os atores do ecossistema para desenvolver empresas e serviços mais inovadores”, afirma Frederico Lacerda, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação.

Formado por empreendedores, startups, poder público, universidades, instituições, empresas e movimentos culturais e criativos, o Vale do Pinhão é o ecossistema de inovação da cidade idealizado pelo prefeito Rafael Greca e voltado à criação de novas empresas com base tecnológica, à revitalização de regiões com emprego e renda, à educação voltada à cultura da inovação e à melhoria da gestão pública. Assim, desde o ano passado, uma revolução silenciosa está ocorrendo na capital.
A história de Juliano de Moraes Santos, 40 anos, é um bom exemplo de como a conexão criada pelo Vale do Pinhão vem estimulando a inovação em Curitiba. O empreendedor sempre teve a ideia de criar um equipamento leve, simples, preciso e com custo acessível para o pré-diagnóstico de doenças oculares. Mas a startup Prevention de Juliano e seu Adam Robô só saíram do papel após o lançamento do Vale do Pinhão. “Graças às conexões criadas no Vale do Pinhão, a Prevention começou suas atividades no Worktiba Barigui, fechou parcerias com fornecedores de hardware e software e hoje está incubada na Fiep, onde desenvolveu o Adam Robô”, recorda Juliano, que desde o ano passado também leva seu equipamento de pré-teste para os Mutirões da Cidadania da Prefeitura, onde são oferecidos exames gratuitos para a população.
A trajetória da startup HydroBytes Tecnhologies, que atua na área da indústria 4.0 e internet das coisas (soluções para conectar qualquer objeto do dia a dia à internet), também se confunde com o Vale do Pinhão. De acordo com Vanderson Vauruk, 37 anos, um dos fundadores da empresa com o sócio Marcos Nadolny, 51 anos, o impulso para o crescimento do negócio ocorreu quando eles se conectaram com outros empresários de Curitiba. “Com o Vale do Pinhão, pudemos mostrar o nosso potencial. Descobrimos empresas que sequer imaginávamos que poderiam precisar do nosso trabalho”, explica Vanderson. “Por causa do Vale do Pinhão, hoje a Hydrobytes está incubada dentro da Fiep, com projetos encaminhados já para 2018”, conta.

Parcerias

Como no caso da Prevention e da Hydrobytes, o Vale do Pinhão incentiva parcerias de empreendedores e startups com instituições que são fundamentais para conhecimento e pesquisa, caso das universidades, e para apoiar o desenvolvimento das empresas, como a Fiep, o Sebrae, a Federação do Comércio e a Associação Comercial do estado. “O Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná, por meio do Centro Internacional de Inovação, possui a vocação de acelerar empreendimentos inovadores de base tecnológica. Mas alguém que vinha até a Fiep acabava não sabendo o que acontecia em uma universidade, por exemplo. Agora, tudo está mais interligado com o Vale do Pinhão”, avalia Filipe Cassapo, gerente do Centro Internacional de Inovação da Fiep.
A vice-reitora da Universidade Tecnológica do Paraná (UTFPR), Vanessa Ishikawa Rasoto, confirma que as principais instituições de ensino superior da capital apoiam o Vale do Pinhão e diz que o caminho para o crescimento na inovação é, realmente, uma contínua articulação do ecossistema. “Das universidades saem a pesquisa e o conhecimento, que são fundamentais para a formação de profissionais e o desenvolvimento de novas tecnologias. Mas com o Vale do Pinhão, todo o ciclo se completa, pois há uma maior conexão com indústrias, novos empreendedores, investidores e entidades que apoiam o desenvolvimento com inovação”, avalia ela. Além da UTFPR, a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Universidade Positivo (UP) também participam ativamente do ecossistema.
Empresas referência em inovação, em Curitiba, também apostam em um crescimento ainda maior com a consolidação do Vale do Pinhão. “Com a integração de todo o ecossistema de inovação da cidade, todos ganham, pois será possível transformar novos conhecimentos e tecnologias em negócios”, reflete o cardiologista João Vítola, diretor-geral da Quanta Diagnóstico Terapia, centro médico referência nacional em pesquisas de diagnóstico voltado ao combate do câncer e de doenças cardiovasculares. “Graças a parcerias internacionais e locais, como as que já tivemos com a UFPR, a PUCPR e a Fiep, estamos aplicando a tecnologia para salvar vidas”, compara o diretor-geral da Quanta, que participa do Curitiba Tecnoparque, programa de incentivo da Prefeitura que apoia iniciativas inovadoras de empresas locais.

Fonte: www.curitiba.pr.gov.br



MAR
23

Vale do Pinhão é destaque em encontro das cidades criativas

O Vale do Pinhão, ecossistema de inovação de Curitiba, foi destaque, nesta sexta-feira (23/03), no I Encontro de Cidades Criativas Brasileiras (ECriativa). O evento, realizado em João Pessoa (PB), reuniu representantes das sete cidades do país que integram a Rede Mundial de Cidades Criativas da Unesco.

O presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Frederico Lacerda, foi muito aplaudido depois de mostrar como a rede de inovação da capital, idealizada pelo prefeito Rafael Greca e que completou um ano, vem atuando em conjunto para desenvolver tecnologias e soluções, que mudam o dia a dia das pessoas e da própria cidade.
“O Vale do Pinhão, que reúne empreendedores, startups, poder público, universidades, entidades, empresas e movimentos de economia criativa, está se consolidando”, disse Frederico.
“O programa baseia-se na nova Economia, que prioriza parcerias de incentivo à tecnologia, à criação de startups, à educação voltada à inovação, à revitalização de regiões da capital e ao fomento à eficiência em todas as áreas da administração pública”, completou o presidente da Agência Curitiba.
Além de detalhar as ações desenvolvidas no Engenho da Inovação, principal espaço de fomento do ecossistema, ele também apresentou iniciativas inovadoras do município, como o Worktiba Barigui, o primeiro coworking público de Curitiba; os Faróis do Saber e Inovação; o aplicativo Saúde Já, de pré-marcação de consultas para os postos de saúde; e as ações da Fundação Cultural de Curitiba e da ProDesign>pr para o fortalecimento do design curitibano.
Anfitrião do encontro, o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, afirmou que a economia criativa tem crescido no mundo todo e que, através de eventos como o ECriativa, de partilha de experiências, é possível avançar ainda mais. “Somos cidade criativa na área do artesanato e cultura popular, mas isso não nos impede de conhecer as experiências e crescer nas outras áreas também”, afirmou ele.
O encontro ocorreu no auditório da Estação das Artes e contou com a participação de representantes da Unesco no país, além do Ministério da Cultura. Além das sete cidades criativas brasileiras, Curitiba (Design), João Pessoa (Artesanato e Cultura Popular), Belém (Gastronomia), Brasília (Design), Florianópolis (Gastronomia), Paraty (Gastronomia), Salvador (Música) e Santos (Cinema), o evento também contou com a participação de três possíveis candidatas em 2019: Belo Horizonte, Fortaleza e Recife, que se candidatarão nas áreas de gastronomia, design e artesanato, respectivamente.
A capital paranaense passou a integrar a Rede de Cidades Criativas da Unesco em 2014. Junto com Curitiba, participam deste seleto grupo, na categoria Design, cidades como Buenos Aires (Argentina), Nagoya (Japão), Shenzhen (China), Shangai (China), Bilbao (Espanha) e Graz (Áustria).

Fonte: www.curitiba.pr.gov.br



MAR
15

Boa imagem é um diferencial para o crescimento dos negócios

Passar uma boa imagem é importante para qualquer empreendedor e pode ajudar no crescimento do negócio. “O modo de vestir diz muito sobre um profissional. Por isso, é fundamental que o empreendedor tenha uma aparência agradável e coerente com o o ambiente de trabalho, que transmita confiança para os clientes”, recomenda Letícia Justus, coordenadora dos Espaços Empreendedor, unidades da Prefeitura que oferecem serviços gratuitos para os Microempreendedores Individuais (MEIs). No dia 28 de março, dentro das programações do Mês da Mulher e dos 325 anos de Curitiba, o Espaço Empreendedor do Boqueirão promove o primeiro workshop gratuito sobre Consultoria de Imagem para MEIs.

Ministrado pela consultora de imagem e personal stylist Adriane Marques, o workshop irá mostrar como o modo de vestir influencia na forma de os clientes e parceiros analisarem um empreendedor. “Pela roupa expressamos autoestima, autoconhecimento e, por consequência, uma imagem segura e original. Além disso, o comportamento assume um papel fundamental nesse processo”, afirma a especialista. O workshop irá ocorrer no auditório da Rua da Cidadania do Boqueirão.
A ideia de Adriane é que, durante o workshop, ocorra uma interação total entre a consultora e as participantes. “Vamos trabalhar em conjunto para descobrir o estilo de cada uma e buscar conciliar como as empreendedoras se vestem com o negócio delas”, antecipa a personal stylist. De acordo com a especialista, não é preciso abrir mão da personalidade para se vestir adequadamente no trabalho. “Quero ajudá-las a refletir e ensinar como usar as peças que gostam de uma forma mais coerente”, acrescenta.
Adriane lembra que, muito mais que a marca da roupa ou peças caras, o essencial é o cuidado pessoal, a adequação e o bom gosto. “O empreendedor não precisa gastar muito para estar bem vestido”, garante a consultora de imagem. A especialista pede uma atenção redobrada ainda com a linguagem corporal. “Como você se porta diz muito sobre você. O corpo fala! Seus gestos e atitudes conseguem transmitir mensagens para as pessoas ao seu redor e esta postura pode conquistar novos clientes e até a ajudar a fechar negócios”, aconselha ela.

Na prática

Primeiro lugar na categoria MEI do Prêmio Empreendedora Curitibana 2017, a coach Danielle Pereira Fausto foi premiada, no ano passado, com uma consultoria de imagem de Adriane Marques e afirma que as orientações dadas pela especialista têm ajudado no crescimento do negócio. “Adriane nos faz pensar sobre que imagem queremos passar para nossos clientes e também nos orienta sobre cuidados com cores, estampas e acessórios”, recorda a profissional que utiliza metodologias de desenvolvimento humano para apoiar clientes no alcance de metas.
De acordo com Danielle, as orientações dadas pela consultora de imagem também ajudam a melhorar a autoestima. “Tudo o que a gente aprende vale para nosso dia a dia como empreendedor e também para nossa vida fora do trabalho. Mulheres e homens deveriam fazer este tipo de curso”, avalia a coach.

Programa

Ligadas ao programa Curitiba Empreendedora, da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, as oito unidades do Espaço Empreendedor da Prefeitura (Bairro Novo, Boa Vista, Boqueirão, Cajuru, CIC, Santa Felicidade, Fazendinha/Portão e Pinheirinho) oferecem serviços gratuitos, como a formalização ou encerramento do MEI, emissão de alvará e realização da declaração anual.
Além disso, a pessoa pode obter informações contábeis sobre a empresa, como débitos em aberto e formas de quitação. O atendimento é feito por meio de um termo de cooperação técnica com o Sebrae/PR, que também oferece consultorias de profissionais na gestão do negócio. Atualmente, Curitiba conta 88,4 mil MEIs. Confira os endereços dos Espaços Empreendedor no http://www.agencia.curitiba.pr.gov.br/espaco-empreendedor.

Fonte: www.curitiba.pr.gov.br



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